[Discussão-Executiva] 18. Consulta à Executiva nº18/2017 – Realização do 1º Encontro Nacional da Fen


Prezados (as) Coordenadores (as),


Por ordem do Coordenador Alisson, encaminho a seguinte consulta:


“Ante a premente necessidade de evoluir as discussões de carreira contemplando a totalidade dos cargos/segmentos profissionais existentes na categoria do Judiciário e Ministério Público da União.


Considerando que nunca foi convocada uma reunião do recém criado coletivo nacional dos analistas, e se trata do cargo com menor profusão formalizada de demandas no âmbito da federação.


Considerando que o firmar desse espaço pode dar condições a se almejar um trabalho de consenso interdisciplinar entre coletivos contemplando todos os cargos do PJU/MPU em um GTN.


Considerando que não é razoável o aguardo de uma próxima convocação de reunião da diretoria para este tema, eis que inexistente qualquer convocação de reunião da diretoria até então para tratar da organização da entidade em inúmeros itens de pauta que se encontram represados. E ante a previsão de que a próxima reunião seria somente às vésperas de nova reunião ampliada, em cujo tempo provavelmente trataria-se de novo tão somente das questões ligadas ao próprio evento subsequente.


Os coordenadores Adriana Barbosa Rocha de Faria, Alisson Ribeiro Silva, e José Rodrigues Costa Neto, propõem, em caráter de urgência,


1. A designação dos três coordenadores da Fenajufe ocupantes do cargo de Analista Judiciário latu sensu como responsáveis pelo Coletivo Nacional dos Analistas (Conan), sem prejuízo de posterior verificação de outros coordenadores interessados em participar como colaboradores, conforme a organização dos responsáveis.


2. O agendamento do aludido coletivo. sendo convocado para o domingo do fim de semana da próxima reunião ampliada da Fenajufe:


3. Fenajufe convoca sindicatos para o Coletivo Nacional dos Analistas (Conan)

CONVOCATÓRIA


1ª Reunião do Coletivo Nacional da Fenajufe de Analistas do Judiciário e do MPU - Conan


Data: 09/04/2017 (ou o domingo/dia posterior ou anterior ao dia da ampliada designada, preferencialmente em fim de semana)


Horário: 10 horas


Local: Carlton Hotel – Brasília (exemplificativo)


A Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União – Fenajufe, cumprindo deliberação de sua instância, convoca as entidades filiadas para a 1ª Reunião do Coletivo Nacional da Fenajufe de Analistas do Judiciário e do MPU – Conan.


Os sindicatos deverão convocar reunião específica com os analistas do Judiciário e do MPU ou do núcleo de analistas do Judiciário e do MPU, onde este já estiver constituído. As entidades deverão enviar a documentação da referida reunião (convocatória, ata e lista de presença) para inscrição dos representantes à secretaria da federação, pelo endereço eletrônico fenajufe@fenajufe.org.br até o dia 03/04/2015.


A programação do Conan será divulgada posteriormente.”



Os coordenadores terão até o dia 15/03 (quarta-feira), às 12 horas para se posicionarem, votando nas opções SIM ou NÃO ou ABSTENÇÃO.


Atenciosamente,


Eliane Mendes

Secretária Política



VOTAÇÃO:



Gerardo Alves Lima Filho


Prezados,


A consulta sob comento recebeu algumas alterações, mas não foi modificada no aspecto que considerei inadequado. Tenho o maior respeito e consideração pelo Coordenador Alisson e entendo como relevantes os argumentos que ele apresentou para tanto, contudo ainda fico preocupado com uma divisão de atribuições pautada em cargos. Tenho a convicção de que os nossos objetivos são comuns, apenas divergimos em um detalhe secundário quanto a forma de alcanca-los.


A distribuição das tarefas na Diretoria Executiva da Fenajufe tem sido sempre baseada nos 6 grupos que ali se encontram. Assim, apesar das dificuldades, ainda considero o critério mais democrático.


Um entendimento dessa natureza exposto na Consulta poderia gerar um precedente perigoso. Daqui a pouco, quando forem tratar de um assunto de um cargo em uma reunião, podem querer proibir o Coordenador de outro cargo de participar, apesar de eu saber que o Coordenador Alisson jamais faria isso. Enfim, entraríamos por um caminho cujas consequências não estão claras.


E a questão da representação na Fenajufe é muito ampla. Por vezes, um Coordenador de outro cargo tem uma proximidade maior com o segmento do que o Coordenador do mesmo cargo. E qualquer Coordenador possui a mesma legitimidade para representar qualquer dos cargos. Do contrário, os Auxiliares Judiciários estariam desamparados, o que não é o caso.


Por fim, apenas ressalto que de nossa parte não há nenhuma desconfiança com relação à qualidade do trabalho que qualquer Coordenador desempenhara no Coletivo. Aliás, muito pelo contrário. Nós é que sentimos uma desconfiança na Consulta, uma vez que inova no critério tradicional fundamentado nos grupos e que temos utilizado para as mais diversas finalidades na Diretoria Executiva.


Desse modo, naturalmente entendendo as razões legítimas do Coordenador Alisson na formulação da proposta e respeitando opiniões em sentido diverso, voto não no primeiro item e sim nos outros dois. Como mantive minha posição anterior, segue abaixo a reprodução do meu voto na Consulta 17.


"A presente consulta é de grande relevância para o aprofundamento dos temas referentes ao cargo de Analista Judiciário. Entretanto, há a necessidade de alguns ajustes para que atinja os seus objetivos dentro de uma linha legítima e democrática.


Nesse sentido, no primeiro item, não concordo em restringir a responsabilidade do Coletivo a apenas os Coordenadores Analistas Judiciários, com exceção dos Oficiais de Justiça. Entendo que o critério mais democrático é disponibilizar uma vaga para cada Chapa que compõe a Diretoria da Fenajufe. Cada Coordenador foi eleito para representar os interesses de todos os servidores e não apenas do seu cargo. Por essa razão, voto não.


No segundo e no terceiro itens, voto sim. É realmente importante chamar o Coletivo dos Analistas para uma data próxima".


Att.,


Gerardo

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Adriana Faria



A presente consulta resulta de uma preocupação compartilhada.


Os movimentos de indesejável fragmentação têm como argumento a falta de representatividade nas entidades.


Obviamente sabemos que muitas vezes negligenciamos, na qualidade de filiados, a construção de pautas e demandas. Contudo, a responsabilidade das entidades nessa construção não pode ser afastada.


A criação do Coletivo dos Analistas veio a suprir uma lacuna em razão da existência dos demais coletivos dos outros cargos.


A viabilização de seu funcionamento é responsabilidade da Fenajufe. Oferecer um ambiente de debate, de captação, de organização e de concretização das demandas.


A proposta de constituição do Coletivo dos Analistas leva em consideração o atual cenário de crise. A ideia de que os responsáveis ocupem o cargo de analista é fruto de uma análise de conjuntura em que se reconhece a necessidade de um debate que possa ter como esteio a empatia. Ou seja, o reconhecimento das demandas por aqueles que experimentam suas necessidades.


Impende reconhecer que, infelizmente, impera um clima de desconfiança entre os componentes de cargos diversos. Isso agrava os ambientes de debate gerando confrontos improdutivos. O que se quer, nesse primeiro momento, é vencer esse tipo de obstáculo e agregar o máximo possível da analistas nas discussões.


Assim, a fórmula de constituição proposta, longe de significar exclusão da atuação legítima de qualquer dos Coordenadores, apenas pretende abrir o espaço de debate no ambiente mais propício para que ele evolua sem maiores entraves.


Vejam que apenas a Coordenação, nesse primeiro momento, seria de responsabilidade dos atuais Coordenadores Analistas, sendo franqueada a participação como colaboradores àqueles que pretenderem participar.


Desse modo, VOTO SIM para todos os itens entendendo a composição proposta a mais adequada para o momento que vivemos referendando todas as considerações do Coordenador Alisson.


Att.


Adriana Faria

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José Rodrigues Costa Neto


Voto Sim para todos os itens e acompanho a bem fundamentada manifestação da Adriana.


Att.


Costa Neto

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Rodrigo Carvalho


Repito minha votação anterior, ou seja:


Proposta 1: Voto NÃO (a participação de todas as forças é mais salutar);

Proposta 2: Voto SIM

Proposta 3: Voto SIM

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Ronaldo Almeida


Democracia e Luta vota sim (Ronaldo, Aristeia e Edmilton).

Ronaldo

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Erlon Sampaio Sampaio


VOTO SIM, nos três itens.

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Alisson Ribeiro


Acredito que a diferença está no ponto de partida. A diretoria da Federação é composta por diferentes visões políticas mas isso não significa que seja um agregado de fragmentos e deva assim funcionar em absolutamente todos os casos e espaços fracionados, de modo a só atuar com a representação de cada fragmento.


Embora seja um referencial para respeitar as diferenças, nem todas as tarefas se baseiam nos 6 grupos que constituem a diretoria. Em muitos casos houve a compreensão mútua em prol de outras necessidades e isso foi relevado, e é salutar que assim o seja, reforçando a visão de corpo diretivo uno, e demonstrando maturidade e também a preocupação em atingir a finalidade estatutariamente cometida à diretoria: fazer a Fenajufe funcionar.


Evidente que para espaços de maior dimensão, peso mais genérico, potencial e sabidamente polêmicos, já temos a compreensão de que essa presença plural se torna mais relevante e de observância mais necessária.


É mesmo salutar que todos participem ou estejam contemplados.

Em termos da nossa diretoria nessa pauta de carreira, isso já está resolvido. Não nas secções de cada coletivo de cada cargo, mas no fato de que há espaço de coordenação aos diretores não apenas de todas as forças, mas de toda a diretoria da Federação, distribuídos pelos diversos coletivos que tratam da carreira do PJU e MPU.


Não vemos problema em o Liberta não estar presente em determinado coletivo, desde que o foco na finalidade pelo melhor caminho esteja preservado, para viabilizar a correspondência aos anseios da base.


De fato proibir um coordenador de participar em uma discussão seria bem desagradável e não é o caso, o que também não excluiria a possibilidade de um determinado grupo não se sentir confortável com a presença de um colega, mesmo que esse grupo não se manifeste, dependendo do objetivo da reunião , do foco da discussão, ou do assunto em pauta, e independente de ele ter motivo justo ou razoável para isso. Há questões que são de ordem emocional. Por isso optamos pelo caminho que entendemos mais prudente, da construção indutiva do mais restrito para o mais amplo


Temos essa controvérsia já no âmbito da transmissão ao vivo de eventos da Fenajufe, onde se questionou a necessidade de firmar critérios, para que não se faça uma divulgação indiscriminada do que se fala e planeja entre a categoria. E me parece que o caminho que vai ser adotado a final será o de que "nem tudo pode de todo jeito".


A desconfiança não é da consulta, é uma precaução que parte da análise de conjuntura da base na questão de carreira. Portanto é para evitar desconfianças, dando maior liberdade à base na composição, para que nesse ambiente mais calmo naturalmente a participação se amplie e sejamos proficientes em nosso fim.


Certamente a legitimidade geral para representação se mostra inclusive de imprescindível valia quando nos deparamos com casos excepcionais como o de um cargo que não tenha integrante na diretoria.


É verdade que um coordenador de outro cargo pode ter uma proximidade maior com o segmento do que o coordenador do mesmo cargo, o que se mostra um fator tranquilizante, pois implica na presunção de que naturalmente aquele será convidado pelo coletivo a participar de forma mais incisiva.


Também compreensível a preocupação com a divisão de atribuições pautada em cargos, mas esse é nada menos que o critério de constituição dos mesmos, por isso, é natural que possa ser seu ponto de partida, tanto na base quanto na coordenação.


Cabe lembrar que há campos políticos que tiveram votos e se fazem representar nas instâncias superiores à executiva, mas não elegeram membros na diretoria. Nesse sentido, o próprio coletivo é o espaço em que seria melhor aferível a presença ou não de todos os campos políticos, e não só a diretoria, de modo que no coletivo e com os mesmos direitos de todos, sabemos que a tendência é termos colegas de todas as vertentes políticas que compõem a nossa base.


Nesse sentido, e conjugadas as razões trazidas na consulta n. 17, a Força Política Liberta Fenajufe vota SIM em resposta à todos os itens da consulta em tela.


Alisson Ribeiro – Júlio Brito – Rodrigo Peixoto –Vicente Sousa

Coletivo Liberta Fenajufe

“Nosso Partido é a Base!”

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Marcelo Melo


Consulta 1: Não

Consulta 2: Sim

Consulta 3: Sim

Marcelo Melo


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Eliane - Fenajufe


Prezado Marcelo,


o prazo para votação expirou às 12 horas, conforme comunicado pelo WhatsApp, dia 14/3, às 11h26min.

Atenciosamente,

Eliane Mendes

Secretária Política.








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